Carol Pinheiro dará vida a uma das personagens mais jovens da família Madeira em Lá na Minha Terra, próxima novela das seis da Globo. Na trama criada e escrita por Mario Teixeira, a atriz interpreta Águeda, filha caçula de Rosenda e uma adolescente que promete movimentar a casa com inteligência, coragem e uma personalidade difícil de conter.
Águeda (Carol Pinheiro) cresceu na fictícia Lavra Seca ao lado dos irmãos Maria Lina, Damaso, Brícia e Dodô. Assim como eles, a jovem foi criada principalmente pela mãe, Rosenda (Dira Paes), depois que Severino (Daniel de Oliveira) deixou a família para tentar uma vida melhor em São Paulo e desapareceu há mais de 15 anos.
Porém, ser a caçula não significa ocupar um lugar discreto dentro da família. Águeda é inteligente e valente, características que a aproximam da irmã mais velha, Maria Lina (Arianne Botelho). Ao mesmo tempo, ainda vive os impulsos e as descobertas da adolescência.
Águeda não muda para agradar aos outros
A personalidade forte será uma das principais marcas de Águeda. Embora tenha crescido sob a proteção e o afeto de Rosenda, a adolescente não costuma aceitar facilmente aquilo que contraria seus desejos.
Além disso, ela ainda não tem a mesma maturidade de Maria Lina. Por isso, a caçula deverá impor suas vontades em diferentes situações e aprender a lidar com as consequências das próprias decisões ao longo da história.
Para Carol Pinheiro, essa autenticidade ajuda a definir a personagem.
“Ela tem muita personalidade e não muda a maneira de agir para agradar ou se encaixar em determinada situação”, afirma a atriz.
Assim, Águeda surge como uma jovem que não pretende diminuir a própria voz para atender às expectativas de quem está ao seu redor. No entanto, justamente por estar atravessando a adolescência, sua coragem também poderá aparecer acompanhada de impulsividade.
Pirata é o grande companheiro da família Madeira
Águeda também divide um vínculo especial com Pirata, o cãozinho que se tornou o grande xodó dos Madeira. Além de acompanhar a família, o animal ajuda a proteger a propriedade onde Rosenda cria os filhos e mantém sua pequena produção rural.
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Enquanto isso, cabras, galinhas, bois e outros animais fazem parte do cotidiano da casa. Dessa forma, Águeda cresce profundamente conectada à vida no campo e ao universo que a mãe construiu para manter a família unida depois do desaparecimento de Severino.
A propriedade fica nas terras da Fazenda Canto Sereno, comandada por Almerindo Mourão (Mateus Solano). Já Rosenda vive como arrendatária e mantém uma relação próxima com o fazendeiro, que é apaixonado por ela.
Mesmo assim, a matriarca permanece presa à esperança de reencontrar o marido. Com isso, os cinco filhos cresceram cercados não apenas pelo amor da mãe, mas também pela ausência de um pai cuja história nunca recebeu uma conclusão.
Caçula integra família que move a nova novela das seis
Entre os irmãos, Águeda terá personalidades bastante diferentes para enfrentar dentro de casa. Maria Lina é determinada e sonha em transformar a realidade ao seu redor. Já Damaso (Miguel Rômulo) é um vaqueiro habilidoso e mais difícil nas relações pessoais.
Por sua vez, Dodô (Vicenthe Delgado) é tímido, sensível e encontra na arte com barro e argila uma forma de expressar os próprios sentimentos. Brícia (Jessica Marques), por outro lado, trabalha como professora, ajuda nas contas da casa e foi acolhida por Rosenda ainda pequena.
Nesse ambiente, Águeda ocupa o espaço da adolescente que observa os adultos, desafia limites e começa a descobrir quem deseja ser. Além disso, conforme os filhos conquistam independência, Rosenda passa a perceber que sua vida também precisa seguir um novo caminho.
É justamente esse movimento que levará a protagonista a deixar Lavra Seca e partir para São Paulo atrás de Severino. A partir daí, antigas perguntas da família Madeira começarão a ganhar novas respostas, enquanto Águeda e os irmãos precisarão enfrentar as consequências das escolhas feitas pelo pai.
Lá na Minha Terra tem direção artística de Allan Fiterman e coloca a família Madeira no centro de uma história sobre amor, fé, pertencimento e os laços que resistem mesmo depois de anos de ausência.
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