A expectativa para a estreia de A Nobreza do Amor só aumenta, e o grande destaque dos bastidores é a transformação de Lázaro Ramos. Durante a coletiva de imprensa realizada nesta quinta-feira (5), o ator revelou que viver o impiedoso primeiro-ministro Jendal não era exatamente um plano de carreira.
“Curiosamente nunca foi o sonho da minha vida, eu não planejava isso”, confessou o astro, que admitiu sempre ter mirado nos heróis das histórias. No entanto, o convite para a nova novela das seis o colocou diante de um desafio inédito: explorar o lado obscuro da teledramaturgia.
O prazer da vilania e a “chuva de beleza”
Mesmo longe de ser o mocinho, Lázaro Ramos entregou, com muito bom humor, que está se divertindo com as atrocidades do personagem. “É uma descoberta de um prazer em falar coisas absurdas e maldades”, brincou o ator sobre seu papel de antagonista na obra de Duca Rachid, Júlio Fischer e Elisio Lopes Jr..
Além disso, Lázaro destacou que a produção vai muito além do entretenimento comum. Certamente, o público receberá uma “chuva de beleza” inspirada no modo de vida, gestual e nas regras hierárquicas do continente africano. Por isso, o ator se diz encantado com a construção desse imaginário rico em figurinos e cenários impecáveis.
Uma fábula épica entre dois continentes
A Nobreza do Amor promete ser uma superprodução arrebatadora. A trama mergulha em um universo de reis e rainhas africanas, batalhas por justiça e o despertar do amor entre a princesa Alika (Duda Santos) e o trabalhador Tonho (Ronald Sotto).
Como resultado, a conexão Brasil-África será o fio condutor desta fábula que estreia no dia 16 de março. Sob a direção artística de Gustavo Fernández, a novela deve encantar o público com muito romance e toques de humor, sem perder o peso das pautas urgentes que a história carrega.
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