O mundo da música acompanha de perto o desenrolar do crime que vitimou a equipe de Beyoncé em Atlanta. O acusado Kelvin Evans enfrenta o banco dos réus nesta segunda-feira, 11 de maio. Ele responde pelo roubo de pertences pessoais e HDs com conteúdos sigilosos da estrela pop.
A confusão começou em julho de 2025, durante a passagem da turnê Cowboy Carter and Rodeo Chitlin’ Circuit Tour pelo Mercedes-Benz Stadium. Na ocasião, criminosos arrombaram um veículo alugado pela equipe da cantora e levaram itens valiosos.
O conteúdo explosivo dos discos rígidos
O prejuízo para a diva internacional foi além do valor material dos objetos levados. Os policiais confirmaram que os discos rígidos continham músicas com marca d’água e faixas totalmente inéditas. Além disso, os dispositivos guardavam planos de filmagem e setlists de shows passados e futuros.
O coreógrafo Christopher Grant e o dançarino Diandre Blue relataram o crime logo após estacionarem um Jeep Wagoneer em um prédio. Eles perceberam que o vidro do porta-malas estava quebrado e sentiram falta de duas malas. Além do material de trabalho da cantora, os bandidos levaram roupas de grife, óculos e laptops.
Recusa de acordo e possível condenação
Kelvin Evans foi preso em agosto de 2025 pela polícia de Hapeville e encaminhado para a prisão do condado de Fulton. Recentemente, o Ministério Público ofereceu um acordo de cinco anos de prisão para evitar o julgamento. No entanto, o suspeito rejeitou a oferta e declarou inocência perante o tribunal.
Por conta dessa decisão, o acusado pode enfrentar uma pena de até seis anos de reclusão caso receba uma condenação. A defesa tenta reverter as acusações de invasão de veículo e invasão criminosa. Por outro lado, as autoridades garantem que conseguiram recuperar os itens roubados durante a investigação.
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