Rio Open 2026 reinventa o Hino Nacional e promete emocionar

Rio Open 2026 traz Hino Nacional em ritmo de samba
Rio Open 2026 traz Hino Nacional em ritmo de samba - Foto: Divulgação

A final do Rio Open 2026 promete entrar para a história muito antes do “match point”. Afinal, o torneio decidiu inovar e vai transformar o Hino Nacional em uma verdadeira celebração carioca no Jockey Club Brasileiro. Desta vez, quem comanda a festa é Pretinho da Serrinha, trazendo a alma do samba para dentro da quadra de tênis.

Esta edição marca um encontro inédito entre a formalidade do esporte e o calor do Carnaval. Inclusive, a organização confirmou que a decisão, marcada para o dia 22 de fevereiro, terá uma bateria ao vivo substituindo as versões instrumentais clássicas. 

A batucada invade o saibro

A apresentação não será apenas um show, mas também um projeto social. Por isso, Pretinho vai reger um grupo formado por crianças e jovens ritmistas de diversas escolas de samba do Rio. Além disso, o prodígio Miguelzinho do Cavaco participa desse momento único, garantindo assim que o hino tenha sotaque 100% brasileiro.

O ensaio geral já aconteceu na Cidade do Samba e deixou a equipe técnica arrepiada. Para os organizadores, a ideia é usar a música para aliviar a tensão pré-jogo. Ou seja, o objetivo é celebrar a identidade cultural da cidade, já que o torneio ocorre no fim de semana pós-Carnaval.

“União de esporte e cultura”

Pretinho da Serrinha e Miguelzinho do Cavaco
Pretinho da Serrinha e Miguelzinho do Cavaco – Foto: Divulgação

A responsabilidade é gigante. No entanto, para Pretinho, comandar essa bateria vai muito além da música. “É uma chance real de estimular sonhos e abrir caminhos, criando pontes entre cultura, esporte e formação”, afirmou o músico, destacando também o impacto na vida dos jovens ritmistas.

Por outro lado, Miguelzinho não escondeu a empolgação com o convite para tocar no maior torneio da América do Sul. “Dividir esse momento com o Pretinho, uma grande referência para mim, torna tudo ainda mais especial”, celebrou o jovem talento.

Tradição de grandes estrelas

Não é a primeira vez que o Rio Open surpreende na cerimônia final. De fato, nomes de peso como Iza e Seu Jorge já marcaram presença nas edições anteriores. Contudo, a aposta em uma bateria de escola de samba eleva o nível do espetáculo.

Por isso, a diretora geral Marcia Casz garante que o cenário será perfeito. Segundo ela, a coincidência de datas com a folia carioca permitiu essa fusão histórica. Ou seja, o público pode preparar o coração (e o samba no pé) para ver a taça ser disputada em grande estilo.

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