Jordanna Maia chegou ao Baile da Vogue 2026 com um discurso afiado e um visual arrebatador. Defendendo que a folia é a verdadeira “alta-costura brasileira”, a influenciadora se jogou no tema “Carnavália” para provar que o bordado e o volume nacional não devem nada aos ateliês parisienses.
O look, assinado pelo estilista Gustavo Silvestre, carrega um histórico de peso: a criação já passou pelas passarelas da alta-costura de Paris. No entanto, para esta noite especial no Copacabana Palace, a peça ganhou uma versão exclusiva sob medida nas cores do Brasil.
O manifesto de moda no tapete vermelho

A influenciadora não poupou palavras para exaltar o trabalho manual do nosso país. “Eu sempre acreditei que o Brasil faz alta-costura há muito tempo, só nunca chamou assim”, afirmou Jordanna Maia ao cruzar o salão. Com isso, ela deslocou o olhar da passarela internacional para a potência criativa dos artesãos e bordadeiras brasileiras.
Além disso, o styling foi assinado por ninguém menos que Rita Lazzarotti, diretora da revista Vogue Brasil. Por isso, o visual conseguiu tirar o Carnaval do campo da simples fantasia e o colocou no território da excelência técnica e do luxo absoluto.
Bastidores de uma produção internacional
Certamente, a escolha do look sustenta um paralelismo entre as grandes maisons francesas e as engrenagens sofisticadas das nossas escolas de samba. Já que o rigor artesanal é o mesmo, a peça materializa o fazer manual brasileiro em uma linguagem totalmente contemporânea.
Dessa forma, Jordanna Maia transformou o Baile da Vogue em uma passarela simbólica, onde o corpo coletivo e o trabalho manual ocupam o lugar de destaque. Por outro lado, o impacto visual das cores nacionais reafirmou que a nossa estética é, por essência, um espetáculo global.




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