Especial LED: Globo coroa projetos que estão mudando o Brasil

Thales Nascimento, Leia Souza, Selene Rocha, Beatriz Silva, Ysabelle Gonçalves e Irton Silva, vencedores do Prêmio LED Globo 2026
Thales Nascimento, Leia Souza, Selene Rocha, Beatriz Silva, Ysabelle Gonçalves e Irton Silva, vencedores do Prêmio LED Globo 2026 - Foto: Globo/ Daniela Toviansky

A educação brasileira ganhou um fôlego extra e muito brilho na noite desta quarta-feira (1º). Isso porque a TV Globo exibe o Especial LED, revelando os grandes vencedores que usam a criatividade para transformar realidades de norte a sul do país.

O prêmio, que já se tornou um selo de inovação, destacou iniciativas que unem tecnologia, sustentabilidade e inclusão social. Por isso, os projetos selecionados nas categorias Empreendedor, Educadores e Estudantes provam que a revolução começa dentro da sala de aula e transborda para as comunidades.

 

Inovação e sabor na categoria Empreendedor

No Ceará, Selene Maria Rocha deu um show com o Laboratório de Criação em Cultura. O programa, sediado em Fortaleza, foca na formação alimentar ao integrar pesquisa e inovação social para valorizar territórios. Com isso, o projeto une saberes populares e científicos para fortalecer a autonomia de agricultores e jovens da região.

Já em São Paulo, o destaque ficou para o Maracatu Sensorial, idealizado por Irton Mário Silva. A iniciativa utiliza a metodologia MusiLibras para traduzir o ritmo em estímulos visuais, garantindo que estudantes surdos tenham total protagonismo musical. Além disso, a tecnologia do Metrônomo Visual permite que a arte e a acessibilidade caminhem juntas de forma inédita.

 

Professores que transformam vidas

Na Bahia, o educador Thales Lima do Nascimento, de Serrinha, desenvolveu o Biocimento. O projeto é uma verdadeira aula de sustentabilidade ao transformar fibras de coco e papel reciclado em blocos ecológicos para calçadas. No entanto, o impacto vai além do ambiental, já que a iniciativa também atua na ressocialização de detentos em parceria com o Conjunto Penal local.

Enquanto isso, no Pará, Leia Sousa lidera o Tecer Mulher, focado na inclusão digital de idosas na Amazônia. Por meio do uso de smartphones, o projeto combate a exclusão tecnológica e promove a autonomia dessas mulheres. Ou seja, a educação intergeracional se mostra como a ferramenta ideal para reduzir vulnerabilidades em regiões remotas.

 

O futuro do Brasil na categoria Estudantes

Diretamente de Carnaíba, em Pernambuco, a estudante Beatriz Vitória da Silva criou o FiltroPinha. O dispositivo utiliza cascas de pinha para filtrar resíduos tóxicos da produção de farinha, protegendo o meio ambiente no Quilombo do Caroá. Certamente, essa união entre ciência e saber popular é o que define o espírito do Movimento LED.

Finalmente, no Rio de Janeiro, Ysabelle Gonçalves brilha com o True, um jogo voltado para o combate à violência escolar. Através da gamificação e de um aplicativo, os alunos debatem situações reais e buscam soluções coletivas para o bullying e outros conflitos. Com certeza, esses jovens são a prova viva de que a educação brasileira está em excelentes mãos.

Qual desses projetos você achou mais inovador?

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