O horário das seis se prepara para um momento histórico na teledramaturgia brasileira. Erika Januza vive uma fase de pura celebração ao assumir o posto de Rainha Niara (Erika Januza) em A Nobreza do Amor, a nova “fábula afro-brasileira” da TV Globo. Para a atriz, o projeto é a realização de um sonho antigo de toda uma comunidade que sempre buscou se ver representada com dignidade e luxo na tela.
Emocionada, a artista reflete sobre o impacto de ocupar esse espaço de poder. “A gente luta tanto para ter espaço, para ter a tal da representatividade. Eu fui abençoada de estar fazendo parte e ser uma rainha de um reino africano”, afirmou Erika durante os bastidores. Além disso, ela destaca o choque positivo de ver um set de filmagens repleto de pessoas pretas vestidas de realeza, algo que ela garante ser inédito na televisão do país.
A construção de uma rainha sem moldes europeus

A jornada para dar vida à soberana de Batanga exigiu que a atriz buscasse um caminho totalmente original. Por isso, Erika Januza (Erika Januza) decidiu “inventar” sua própria rainha, fugindo dos cacoetes e referências da nobreza europeia que estamos acostumados a consumir. “Niara para mim é uma rainha que é difícil. A gente não tem muitas referências de assistir. Ela começa guerreira”, revelou a estrela.
Na trama de Duca Rachid, Júlio Fischer e Elisio Lopes Jr., Niara (Erika Januza) não é apenas uma figura ornamental. Ela é a conselheira fiel do Rei Cayman II (Welket Bungué), que sempre ouve suas ponderações antes de decidir o destino do povo batangui. Entretanto, após o golpe de Jendal (Lázaro Ramos), sua força será testada no exílio, onde precisará ser a base para sua filha, a princesa Alika (Duda Santos).
De Batanga para Barro Preto: Amor e superação

A história, que estreia no dia 16 de março, promete transitar entre o drama épico e a leveza necessária para o horário. Erika ressalta que, embora a novela trate de temas profundos como ancestralidade e identidade, o público também pode esperar muita comédia ao chegar em Barro Preto. Consequentemente, a conexão entre mãe e filha será o fio condutor dessa sobrevivência em solo brasileiro.
Sob essa ótica, A Nobreza do Amor se posiciona como um convite para o telespectador se apaixonar por uma África vibrante, próspera e nobre. Certamente, a presença de duas mulheres fortes reconstruindo suas vidas em uma nova terra será o grande trunfo da obra. “É uma novela pra gente sentar no sofá e esperar o que vai acontecer amanhã”, finalizou a rainha da vida real.
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