O cinema nacional vive um momento de glória e o Globo Repórter desta sexta-feira (13) mergulha fundo nessa jornada. Percorrendo capitais como Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo, o programa mostra como nossas histórias conquistam plateias globais e fortalecem a autoestima do país.
Com quase 130 anos de produção, o Brasil construiu uma identidade visual que emociona gerações. Por isso, as repórteres Bianka Carvalho, Bette Lucchese e Camila Marinho visitam cenários icônicos que serviram de palco para obras premiadas e inesquecíveis.
De Recife ao Oscar: A força das locações reais
No Recife, o destaque é o histórico Cinema São Luiz, locação central de “O Agente Secreto”. O longa, que recebeu quatro indicações ao Oscar 2026, transformou diversos pontos da cidade em verdadeiras atrações turísticas. Além disso, o programa acompanha o talento de jovens cineastas na Ilha de Deus, mostrando que a produção brasileira ferve nas periferias.
Já em Londres, o astro Wagner Moura e o cineasta Kleber Mendonça Filho conversam sobre a importância de o brasileiro se enxergar nas telas. “O cinema é uma maneira muito forte e poderosa de contar histórias”, destaca Kleber em tom de reflexão sobre a nossa arte.
Emoção no Rio e a herança de Glauber Rocha na Bahia
No Rio de Janeiro, a emoção toma conta quando o programa visita a casa de “Ainda Estou Aqui”, de Walter Salles. O filme garantiu um Oscar inédito de Melhor Filme Estrangeiro para o Brasil em 2025. Dessa forma, memórias de clássicos como “Central do Brasil” e “Tropa de Elite” são revividas com depoimentos de quem viveu os bastidores das gravações
Além disso, em Salvador, a força de Glauber Rocha e Jorge Amado conduz o roteiro. A capital baiana exibe cenários eternizados, como a escadaria da Igreja do Passo de “O Pagador da Promessa”. No entanto, o clima também é de nostalgia com histórias sobre “Dona Flor e Seus Dois Maridos” e o sucesso “Ó Pai, Ó”.
São Paulo e o olhar de Fernando Meirelles
A metrópole paulista encerra a viagem com a visão do cineasta Fernando Meirelles. O diretor, indicado ao Oscar por “Cidade de Deus”, reforça sua paixão por gravar em lugares reais e com pessoas de verdade. Certamente, espaços como o edifício Copan, cenário de “Que Horas Ela Volta?”, exemplificam como histórias locais se tornam universais.















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