Barro Preto está prestes a presenciar o nascimento de uma aliança movida por vaidade e poder. Em A Nobreza do Amor, nova superprodução das seis, Mirinho (Nicolas Prattes) e Virgínia (Theresa Fonseca) formam o casal mais badalado e, ao mesmo tempo, perigoso da região. Certamente, a estreia no dia 16 de março trará muitas intrigas.
Na trama escrita por Duca Rachid, a união entre os dois atende aos interesses da ambiciosa Graça (Fabiana Karla). Por isso, o casamento é visto como o negócio perfeito para unir o prestígio do Engenho Santa Fé à fortuna do banqueiro Diógenes (Danton Mello). Além disso, ambos compartilham um desprezo profundo pela vila dos colonos.
Obsessão e “torta de climão” amorosa

A relação, no entanto, passa longe de ser um conto de fadas equilibrado. Certamente, Virgínia nutre uma obsessão sufocante pelo namorado e não aceita qualquer sinal de desinteresse. Todavia, Mirinho atua como um bon-vivant que não retribui a devoção da moça na mesma medida.
No entanto, o clima azeda de vez com a chegada da princesa Alika (Duda Santos). Por causa do encantamento de Mirinho pela forasteira, Virgínia explodirá em crises de ciúmes incontroláveis. Como resultado, o casal entrará em uma rota de colisão que colocará em risco a paz de toda a cidade fictícia potiguar.
Aliança contra os protagonistas

Mesmo com os conflitos internos, a dupla se une quando o assunto é manter o status social. Portanto, Mirinho e Virgínia se tornam os principais antagonistas de Tonho (Ronald Sotto) e Alika no Brasil. Sem dúvida, as artimanhas do casal para separar os protagonistas serão marcadas por muita arrogância e manipulação.
Pelo visto, a química entre Nicolas Prattes e Theresa Fonseca entregará vilões magnéticos para o público. Certamente, os telespectadores vão amar odiar essa dupla que não mede esforços para conseguir o que quer.



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