O público que esperava apenas um vilão em A Nobreza do Amor pode se preparar para uma dose dupla de ambição. Na nova superprodução das seis, o impiedoso Jendal (Lázaro Ramos) encontrará em sua filha, Kênia (Nikolly Fernandes), o reflexo perfeito de seus desejos de grandeza.
Escrita por Duca Rachid, Júlio Fischer e Elisio Lopes Jr., a trama mostra que a maçã não cai longe da árvore no reino de Batanga. Por isso, a relação entre os dois será pautada pelo luxo conquistado após o sangrento golpe de Estado que tirou a vida do rei Cayman II (Welket Bungué).
Ambição e futilidade no trono de Batanga
Enquanto Jendal foca em consolidar seu poder e perseguir a princesa Alika (Duda Santos), Kênia surge como a face fútil dessa nova realeza. Certamente, a jovem não sente qualquer remorso pela fuga de Niara (Erika Januza) e aproveita cada segundo das regalias do palácio.
Além disso, a dinâmica entre pai e filha promete momentos de pura soberba. Como resultado da ascensão meteórica de Jendal ao posto de primeiro-ministro golpista, Kênia se torna uma figura central nos bastidores da corte, ostentando um padrão de vida que antes era restrito à verdadeira nobreza.
O ponto fraco do vilão?
No entanto, resta saber se essa parceria será inabalável. No universo de A Nobreza do Amor, as disputas de poder costumam deixar rastros de traição. Portanto, a futilidade de Kênia pode acabar se tornando um calcanhar de Aquiles para os planos estratégicos de Jendal, gerando uma verdadeira “torta de climão” na família imperial.
Pelo visto, a TV Globo apostou alto nessa dupla de antagonistas para movimentar o horário das seis a partir de 16 de março. Com isso, a trajetória de pai e filha será um prato cheio para quem ama uma vilania bem construída e cheia de estilo.
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