Wesley Safadão se defende após polêmica de cachês pagos por prefeituras

Wesley Safadão se defende após polêmica de cachês pagos por prefeituras
Wesley Safadão se defende após polêmica de cachês pagos por prefeituras

O mundo da música sertaneja e do forró amanheceu agitado com as recentes declarações de Wesley Safadão. Em meio a críticas severas sobre os altos valores de seus shows custeados por dinheiro público, o cantor decidiu se posicionar publicamente durante sua apresentação no Ribeirão Rodeo Music 2026. Por isso, o artista fez questão de enfatizar que não está cometendo nenhuma irregularidade ao aceitar os contratos municipais.

O cantor enfrenta uma onda de questionamentos sobre a moralidade de receber cifras milionárias de cidades com poucos recursos. No entanto, o artista rebateu as acusações com firmeza. “Eu sempre digo o seguinte: a gente está bem tranquilo em relação a isso. Às vezes, as pessoas estão até achando que é como se fosse praticamente um crime, mas ninguém está cometendo um crime. A gente está executando o nosso trabalho”, afirmou ele durante o evento em Ribeirão Preto.

Justiça barra ataques de Renan Santos contra Safadão

Além do desabafo no palco, Wesley Safadão obteve uma vitória importante nos tribunais contra Renan Santos. O co-fundador do MBL e pré-candidato à presidência havia publicado vídeos chamando o cantor de “novo ícone da corrupção”. Com isso, a Justiça do Ceará determinou a retirada imediata dos conteúdos ofensivos das redes sociais, sob pena de multa diária de R$ 5 mil para o político.

A decisão judicial traz um fôlego para o artista, que se diz vítima de perseguição política em um ano eleitoral. Por outro lado, Renan Santos argumenta que municípios brasileiros gastam bilhões em entretenimento nacional em detrimento de áreas como saúde e educação. O político alegou que, apenas entre 2024 e 2025, o cantor teria faturado cerca de R$ 52 milhões em mais de 50 contratos com prefeituras do Nordeste.

Cantor defende precificação e fala em hipocrisia

Sobre os valores questionados, o artista explicou que a precificação no mercado musical é complexa e não segue métricas fixas. Principalmente agora, ele acredita que as críticas ganham força devido ao cenário eleitoral de 2026. “O principal ponto de tudo é que, publicamente, é uma coisa, mas é uma hipocrisia gigante”, disparou o músico, sugerindo que muitos críticos agem por conveniência.

Certamente, o caso divide opiniões nas redes sociais, onde seguidores têm lotado o perfil do cantor com comentários de apoio e também de reprovação. Todavia, Safadão garante que dorme com a consciência tranquila. De acordo com o artista, ninguém é obrigado a contratá-lo e ele apenas atende às demandas que chegam ao seu escritório. Portanto, o imbróglio jurídico e ético deve continuar rendendo capítulos intensos nos próximos meses.

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