O cenário cultural brasileiro amanheceu com uma notícia devastadora e carregada de tristeza. O músico, pesquisador e cantor Marcelo Pretto, carinhosamente conhecido como Mitsu, morreu na madrugada do último sábado (8), aos 58 anos de idade.
A informação foi confirmada oficialmente pelo núcleo do grupo Barbatuques através de uma nota de pesar. De acordo com o comunicado, o artista estava internado no Hospital Alvorada, onde enfrentava complicações severas em decorrência de um quadro de diabetes avançada.
O legado inesquecível de Mitsu
Por isso, a partida de Marcelo deixa um vazio imenso na percussão corporal, técnica na qual ele era mestre. Além de sua atuação brilhante nos palcos, Mitsu era um pesquisador incansável das manifestações populares do Brasil.
“Marcelo deixa um legado artístico imenso, que vai muito além de sua participação no Barbatuques”, afirmou o grupo em nota oficial. Com isso, os companheiros de jornada destacaram que o cantor foi uma fonte constante de inspiração para toda a classe artística brasileira.
Uma trajetória marcada pela inovação
No entanto, sua voz única não silencia com sua partida, pois ela seguirá ecoando através das obras do coletivo. O grupo Barbatuques, referência internacional, sempre teve em Mitsu um pilar de ritmo e autenticidade.
Foi assim que o trabalho de Marcelo ajudou a consolidar a mistura de voz e percussão corporal que encantou o mundo. Diante do ocorrido, uma profunda emoção nas redes sociais marcou a despedida dos amigos e companheiros de palco.
A despeito de sua partida, o legado de Marcelo Pretto continuará influenciando as novas gerações que buscam na música uma forma de expressão genuína. Certamente, o “Mitsu” será lembrado como um dos grandes nomes da nossa cultura.
“Vai em paz, querido Mitsu”, finaliza a homenagem assinada pelo núcleo do Barbatuques.
Você já conhecia o trabalho inovador do Barbatuques e a voz de Marcelo Pretto?
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