A chapa vai esquentar na programação da TV Globo nesta segunda-feira (26). Isso porque o inédito Nossa Vizinhança chega com tudo para dominar tanto o “Cine BBB” quanto a tradicional “Tela Quente”. Ou seja, a obra promete prender o público do início ao fim.
Produzido em São Paulo, o longa traz uma mistura explosiva de investigação criminal e drama urbano. Além disso, a trama promete não apenas entreter, mas também tocar em feridas sociais profundas com um elenco de peso.
O mistério do incêndio e a busca por justiça
Logo no centro da trama está a destemida Jamille (Larissa Nunes), uma repórter que vê sua vida virar de cabeça para baixo. Tudo acontece após ela presenciar um incêndio criminoso. Infelizmente, a tragédia atinge a pensão vizinha e tira a vida de seu grande amigo, Nestor (Ivan de Almeida).
Por estar movida pela sede de justiça, ela não vai descansar enquanto não descobrir a verdade. Diante disso, a protagonista ganha um aliado improvável para desvendar o mistério: o motoboy Toninho (Daniel Rocha).
Assim, juntos eles mergulham em uma investigação perigosa para expor um esquema de corrupção que promete chocar a sociedade. Afinal, é aquele tipo de enredo de “gato e rato” que faz a gente torcer pelos mocinhos contra o sistema a cada cena.
Bastidores e a “família” da cidade grande

No entanto, mais do que um suspense, a obra retrata a realidade nua e crua de quem vive no aperto das grandes metrópoles. Inclusive, o ator Daniel Rocha destaca a conexão humana que nasce da necessidade de dividir espaços.
“As pessoas acabam se tornando uma família, e nosso filme fala sobre isso, sobre essa família que se forma no aperto”, analisou o galã. Por fim, ele ainda celebrou a chance de atuar com seu sotaque paulista original.
A aposta da Globo na identidade nacional
Vale lembrar que o título faz parte do ousado projeto de Telefilmes Regionais da emissora. O intuito é valorizar a identidade local de estados como Bahia, Pará e Paraná. Dessa forma, a ideia é fugir do óbvio e mostrar as várias caras do Brasil.
Já segundo Gabriel Jacome, diretor de Gestão e Conteúdo da Globo, o objetivo é gerar conexão real com o público. “Quanto mais nos aprofundamos na nossa identidade, na nossa particularidade, mais genuíno e mais conexão a gente gera no nosso país”, afirmou o executivo.
Agora, resta saber: será que Jamille conseguirá derrubar os poderosos antes que seja tarde demais?
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